Paulo Henriques Britto nasceu no Rio de Janeiro em 1951. É tradutor e professor de tradução, criação literária e literatura na PUC-Rio. Publicou sete livros de poesia: Liturgia da Matéria (1982), Mínima Lírica (1989), Trovar Claro (1997), Macau (2003, publicado também em Portugal em 2010), Tarde (2007), Formas do Nada (2012) e Nenhum Mistério (2017) — e dois contos — Paraísos Artificiais (2004) e o Castiçal Florentino (2021) — e três ensaios — Eu quero é botar o meu bloco na rua, de Sérgio Sampaio (2009), Claudia Roquette-Pinto (2010) e a Tradução Literária (2012). Já traduziu cerca de 120 livros de autores de língua inglesa, como Jonathan Swift, Charles Dickens, Henry James, V. S. Naipaul, Thomas Pynchon e James Baldwin. Na área da poesia traduziu Byron, Wallace Stevens, Elisabeth Bishop e Frank O’Hara, entre outros. Ganhou diversos prémios literários, como o da Portugal Telecom, o Prémio Bravo! Bradesco Prime e o da Fundação Biblioteca Nacional.
Em 2021, publicou Por Ora — Poesia Reunida 1982-2018, um título da coleção «Plural» da Imprensa Nacional.