Mestre da Escola Tipográfica, obteve duas bolsas do Instituto para a Alta Cultura. Com este apoio, em 1947 e 1948 visitou escolas gráficas em Paris e Bruxelas para estudar os processos de ensino.
Por sua iniciativa e do revisor Manuel da Silva Martins, foi organizado um ciclo de aulas de português e francês destinado aos aprendizes de composição e que, não tendo por objetivo «ensinar a falar qualquer das línguas», se destinava à aprendizagem da escrita gramatical, procurando superar a fraca preparação dos candidatos.