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Novidade | Obra Poética de Paulo Leminski editada em Portugal | Toda Poesia | Imprensa Nacional

Publicado a 28 Mai, 2020 - 15:58
Coleção Plural Imprensa Nacional Paulo Leminski Poesia

Importante autor brasileiro, Paulo Leminski vê agora, pela primeira vez, a sua antologia poética disponível em Portugal, num volume  da chancela editorial da Imprensa Nacional. Toda Poesia, assim se intitula a antologia, está publicada na coleção «Plural» da editora pública portuguesa.

Escritor, ensaísta, crítico literário e tradutor, Paulo Leminski é um dos poetas mais acarinhados pelos leitores brasileiros, ao lado de nomes como Clarice Lispector ou Mario Quintana. É também um dos poetas mais expressivos da sua geração continuando a exercer, volvidos mais de 30 anos da sua morte, uma forte influência nas novas gerações de poetas brasileiros. Leminski não era um escritor convencional, foi o típico representante da poesia marginal e, por isso mesmo, longe de qualquer cânone literário.

Descendente de polacos e portugueses, Leminski nasceu em Curitiba (Brasil) em 1944 e faleceu precocemente em 1989, consequência de uma cirrose hepática que o acompanhou durante vários anos.

Deixou porém uma forte contribuição para a história da literatura brasileira do século XX. A aparente simplicidade dos seus poemas, normalmente curtos, provam a sua sofisticação literária, muito influenciada pela poesia japonesa, e, muito concretamente, pela poesia de Matsuo Bashô, de quem também escreveu uma biografia.

A estreia de Paulo Leminski aconteceu em 1964 na revista Invenção, muito ligada ao Movimento da Poesia Concreta. Na poesia de Leminski são nítidos os recursos visuais. O poeta conjuga a linguagem verbal e visual, subvertendo a forma do poema (que resgata do haikai japonês); incorpora elementos da publicidade, da música, da banda desenhada, num estilo marcado por um incontornável poder de síntese. Fazendo uso dos trocadilhos e jogos de palavras, a linguagem de Leminski, tantas vezes enxuta, é sempre cheia de significado.

No campo poético destacam-se as obras Quarenta Clics em Curitiba [1976], Caprichos & Relaxos [1983], Distraídos Venceremos [1987] e os livros póstumos: La vie en close [1991], O Ex-estranho [1996], e Winterverno [2001]. Toda Poesia é a compilação de todos estes títulos.

A edição portuguesa, agora publicada pela Imprensa Nacional, seguiu o volume preparado para a Companhia das Letras, em 2013. Conta com uma introdução de Alice Ruiz S. e coordenação editorial de Jorge Reis-Sá.

Este livro é antes de tudo uma vida inteira de poesia. Uma vida totalmente dedicada ao fazer poético. Curta, é verdade, mas intensa, profícua e original. A análise crítica, melhor deixá-la aos especialistas; aqui, me compete lembrar a história/vida dos livros que enfim compõem este livro único. Um dos primeiros poemas do Paulo, talvez mesmo o primeiro, foi escrito em latim, na segunda infância, nos tempos em que ele estudou no Internato Paranaense. A convivência precoce com o clero lhe deu ímpetos de clausura, mais pelo facilitado recolhimento que é tão propício ao estudo dos movimentos da alma e das riquezas da palavra do que propriamente pela fé religiosa. Não que ela não estivesse presente, mas havia também uma energia viril, aquela que nos faz querer conquistar o mundo e absorver o que ele tem para ensinar. Assim, a clausura durou pouco, como qualquer arroubo da adolescência, mas foi suficiente para deixar raízes, pois o amor pelo conhecimento, uma vez despertado, não se apaga facilmente.

 

In «Apresentação», por Alice Ruiz S.

Além de poesia, Paulo Leminski escreveu romances (Agora é que são elas), prosa experimental, (Catatau) contos (Descartes com lentes), prosa poética e ensaios (Metaformose, uma viagem pelo imaginário grego), entre tantos outros. Traduziu também obras de James Joyce, John Fante, Samuel Beckett e Yukio Mishima.

Na sua curta vida, Leminski teve ainda tempo de esbarrar no terreno fértil da música popular brasileira. Foi letrista, músico e compositor. Desse melódico encontro entre Leminski e a canção, um dos pontos mais altos é Verdura, interpretada por Caetano Veloso, em 1981, no disco Outras palavras.

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