No prefácio da obra José Sarmento de Matos, Um Abastecedor de Memórias, Raquel Henriques da Silva diz que a olisipografia é história, com os métodos e os objetivos da história, alimentados pelas questões novas da cidade contemporânea com a plena convicção de que o passado é a seiva que corre nos nossos sucessivos presentes. Por isso, o estudo dos arquivos é alimentado nos trajetos quotidianos porque as camadas de passado são um palimpsesto desafiante que é possível ler ou decifrar, ou, caso extremo mas não improvável, imaginar e inventar.
Em 2008 Margarida de Magalhães Ramalho diria que o autor escreveu um dos mais belos livros sobre a história de Lisboa. Ao contrário do habitual, olhou a cidade a partir do rio e do mar. E isso fez toda a diferença.
Nesta coleção Coleção Olisipógrafos. Os Cronistas de Lisboa ficamos a conhecer cronistas excecionais, Olisipógrafos marcantes para a história de Lisboa em particular e a historiografia em geral.
A biografia, José Sarmento de Matos, Um Abastecedor de Memórias, de Margarida de Magalhães Ramalho fica hoje disponível gratuitamente em versão PDF integral, aqui.