«Ratificando o que já tive a honra de dizer pessoalmente a V. Ex.ª, cumpre-me declarar em resposta ao ofício de V. Ex.ª, na data de 31 de dezembro último, que a Imprensa Nacional não pode, sem grave comprometimento do serviço público, dispensar os três prelos de que carecem a Administração da Casa da Moeda e o Correio Geral para a tiragem dos bilhetes postais e outros trabalhos, porque atualmente não há prelos de sobressalentes [sic], e todos os que existem acham-se distribuídos aos oficiais impressores ou à escola de impressão, e se seria menos justo privar qualquer dos referidos oficiais dos meios de adquirir a subsistência, não se me afigura mais conveniente suspender a impressão de espécimes e outras obras, que se estão ainda preparando na escola para a exposição universal de Paris. […]»