O Prémio Literário Fernando Namora foi instituído pela Sociedade Estoril Sol em 1987, mas atribuído pela primeira vez apenas em 1989. Inicialmente com uma periodicidade bienal, depois trienal, passou a anual a partir da sétima edição (2003), distinguindo obras publicadas de alguns dos mais notáveis escritores nacionais.

A partir de 2026, a Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM) assumiu o compromisso de passar a tutelar e a promover este Prémio, tendo em conta a sua relevância para cultura e língua portuguesas.

 

Lista de vencedores:

 

28.ª edição, 2025 – Djaimilia Pereira de Almeida, distinguida pela obra Livro da Doença

27.ª edição, 2024 – Hugo Gonçalves, distinguido pela obra Revolução

26.ª edição, 2023 – Lídia Jorge, distinguida pela obra Misericórdia

25.ª edição, 2022 – Teresa Veiga, distinguida pela obra O Senhor d’Além

24.ª edição, 2021 – João Tordo, distinguido pela obra Felicidade

23.ª edição, 2020 – Francisco José Viegas, distinguido pela obra A Luz de Pequim

22.ª edição, 2019 – Julieta Monginho, distinguida pela obra Um Muro no Meio do Caminho

21.ª edição, 2018 – Carlos Vale Ferraz, distinguido pela obra A Última Viúva de África

20.ª edição, 2017 – Ana Cristina Silva, distinguida pela obra A Noite não é Eterna

19.ª edição, 2016 – Afonso Cruz, distinguido pela obra Flores

18.ª edição, 2015 – Teolinda Gersão, distinguida pela obra Passagens

17.ª edição, 2014 – Bruno Vieira Amaral, distinguido pela obra As primeiras coisas

16.ª edição, 2013 – José Eduardo Agualusa, distinguido pela obra Teoria geral do esquecimento

15.ª edição, 2012 – Paulo Castilho, distinguido pela obra Domínio público

14.ª edição, 2011 – Gonçalo M. Tavares, distinguido pela obra Uma viagem à Índia

13.ª edição, 2010 – Luísa Costa Gomes, distinguida pela obra Ilusão ou o que quiserem

12.ª edição, 2008 – Mário de Carvalho, distinguido pela obra A sala magenta

11.ª edição, 2008 – Mário Cláudio, distinguido pela obra Camilo Broca

10.ª edição, 2006 – Miguel Real, distinguido pela obra A voz da terra

9.ª edição, 2005 – Nuno Júdice, distinguido pela obra O anjo da tempestade

8.ª edição, 2004 – António Lobo Antunes, distinguido pela obra Boa tarde às coisas aqui em baixo

7.ª edição, 2003 – Armando Silva Carvalho, distinguida pela obra O Homem que Sabia a Mar

6.ª edição, 2001 – Teolinda Gersão, distinguida pela obra Os teclados

5.ª edição, 1999 – Manuel Alegre, distinguido pela obra A terceira rosa

4.ª edição, 1996 – Mário de Carvalho, distinguido pela obra Um deus passeando pela brisa da tarde

3.ª edição, 1993 – Urbano Tavares Rodrigues, distinguido pela obra Violeta e a noite

2.ª edição, 1991 – Maria Isabel Barreno, distinguida pela obra Crónica do tempo

1.ª edição, 1989 – João de Melo, distinguido pela obra Gente feliz com lágrimas