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Sede atual da Imprensa Nacional-Casa da Moeda, ao Arco do Cego |
A fusão
Em 1972, a Imprensa Nacional e a Casa da Moeda fundiram-se, pelo Decreto-Lei n.º 225/72, de 4 de julho. Esta fusão fez da INCM a herdeira de dois dos mais antigos estabelecimentos industriais do País.
O Decreto-Lei n.º 170/99, de 19 de maio, transformou a INCM numa sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos.
Se bem que à Imprensa Nacional esteja ainda hoje associada a publicação do Diário da República (e dos seus antecedentes, Gazeta de Lisboa e Diário do Governo, entre as várias designações que o jornal oficial teve), já nos termos do Alvará de 1768, deveria «fazer-se util e respeitavel pela perfeição dos caracteres e pela abundancia e asseio de suas impressões».
Notabilizou-se na arte da gravura, teve uma escola de composição, fundada em meados do século XIX, de onde saíram alguns dos mais notáveis profissionais de artes gráficas, e hoje, mais de dois séculos depois da sua criação, tendo-se adaptado às novas exigências, mantém-se no local onde foi instalada pelo Marquês de Pombal, cumprindo a missão que então lhe foi confiada, de «animar as letras e levantar uma impressão util ao publico pelas suas produções, e digna da capital destes reinos».
MJG